MG REGISTRA SEGUNDA MORTE SUSPEITA DE VINCULO COM CERVEJA INTOXICADA DA BACKER

Escrito por em 14/01/2020

Uma morte ocorrida no fim do ano no interior de Minas Gerais passou a ser vinculada hoje à série de intoxicações suspeitas de serem decorrentes do consumo de cervejas da fabricante Backer.

A Secretaria de Saúde de Pompeu, município com 31 mil habitantes e a 177 quilômetros de Belo Horizonte, afirmou hoje que uma moradora da cidade morreu durante internação na Santa Casa de Misericórdia da cidade com sintomas da síndrome nefroneural, que atinge rins e sistema nervoso.

O quadro é similar ao detectado em outro paciente que morreu em Juiz de Fora, também em Minas Gerais, e compatível com intoxicação por dietilenoglicol, uma das duas substâncias tóxicas encontradas pela Polícia Civil em três lotes da cerveja Belorizontina  (L1-1348, L2-1348 e L2-1354).

Caso seja confirmado, a morte em Pompeu será a segunda relacionada à doença e ao consumo da cerveja Backer. A identidade da mulher em questão não foi revelada.

De acordo com o comunicado, a vítima esteve em Belo Horizonte entre 15 e 21 de dezembro de 2019 hospedada na casa de parentes no bairro Buritis, zona oeste de Belo Horizonte, área onde a maioria das vítimas identificadas mora.

No comunicado, a Secretaria de Saúde de Pompeu explica que a vítima “apresentou sintomas da síndrome nefroneural  (…)  (e que)  foi relatado pela família que ela bebeu a cerveja Belorizontina”.

No último balanço da Secretaria de Saúde de Minas Gerais, há pelo menos 17 pacientes com quadro clínico similar. O caso de Pompeu ainda não foi incluído na contabilidade oficial do estado.

FONTE: UOL


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